sábado, 12 de novembro de 2011

Aprendizado em série

Esta semana recebi ensinamentos de grande valia. Pequenos conselhos que podem mudar vidas. Tamanha é a importância e o valor que não poderei deixar de compartilha-los. São regras simples para se levar em conta na hora do flerte.

Pois bem. Primeiro foi o tio Barney (How I Met Your Mother, S03E05). Fundamental para avaliar se a garota vale a pena.



- É permitido uma garota ler louca, se for igualmente gostosa. Se ela for esse tanto louca, ela tem que ser assim de gostosa. Se for este tanto louca, ela tem que ser assim de gostosa. Você tem que achar uma garota que esteja acima desta linha, também conhecida como diagonal de Vickie Mendoza.

Depois de avaliada a garota, se ela estiver acima da linha, isto é, for mais gostosa do que louca, vale a pena investir. Aí é que passamos ao segundo ensinamento. Este veio do Tio Charlie. Foram as únicas coisas que Jake aprendeu com ele. (Two and a Half Man, S09E08).



- Se não couber, não force.
- É melhor pedir desculpas depois do que pedir permissão antes.
- Se tiver queimando, sangrando ou escorrendo, vá ver um médico rápido.

Mas, se a garota for muito mais louca do que gostosa, ela fica abaixo da linha, aí, é melhor cair fora. Daí tem que aprender com o Dr. Sheldon (The Big Bang Theory, S05E08) como barganhar.



- Sheldon, vou fazer uma pergunta, pode manter a mente aberta?
- Sempre!
- Estou louca por intimidade e contato físico.
- Meu deus! Você sabe que nosso relacionamento é mental.
- Proposta: uma noite de sexo ardente que conforta minha alma e excita minhas ancas.
- Contra-proposta: vou gentilmente acariciar seu cabelo e repetir “quem é a Amy boazinha?”.
- Que tal isto? Beijo de língua, sete minutos no paraíso, culminando na segunda base.
- Massagem no pescoço, depois você me traz uma bebida.
- Nos abraçamos. Oferta final.
- Está bem.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Conclusões inconclusivas!

Então caros amigos, entendo todas estas grandes dúvidas entre o que fazer, como fazer, se se deve ou não fazer.


Em relação a tudo isto, só posso dizer que não são as escolhas, os caminhos ou as decisões a raíz destes questionamentos. O que importa mesmo são as PRIORIDADES.


Já pensou aí?Qual a sua prioridade? É nela em que devem se basear os caminhos, escolhas e modo de viver.


Digo a vocês que minha prioridade é ser feliz, mesmo que para o mundo de hoje ou para algumas pessoas , ser feliz seja uma grande estupidez.


E se todo o carnaval tem seu fim, deixa eu brincar de ser feliz ...


Ah e não esquece, põe mais um na mesa de jantar que hoje eu tô indo para aí te ver para a gente conversar!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Sobre referências

Na minha infância, férias era sinônimo de ir para a fazenda do meu avô. E estar na fazenda significava, dentre muitas coisas, me esbaldar com doce de leite. Aquele doce de leite único, feito no tacho de cobre e no fogão a lenha, com leite tirado na hora... Hummmm!


Em toda Minas Gerais é fácil de se encontrar doce de leite. No mercado central de BH, fica até difícil de escolher. Tem opção em pasta, em barra, cubo, no saquinho... Se não bastasse, se pode escolher entre o caseiro e o industrializado, entre o clarinho e o escuro, se quer mais ou menos pastoso, e assim vai. Mas acontece que nenhum é igual aquele da fazenda do meu avô.


E não era apenas o sabor. Tinha todo um ritual de curtir o calor ao lado do fogão, vendo a lenha estalar enquanto se derretia em brasas. E ao ver aquele imenso redemoindo criado pela colher de pau que girava sem cessar, já me imaginava navegando naquale mar de leite adocicado. E como quem espera o sol nascer eu ficava ali, vendo toda aquela mágica acontecer. E, quando chegava na consistência, pronto! Agora valia rapar o tacho e arriscar uma dor de barriga.


Essa é minha referencia de doce de leite. E odeio isto. Odeio por pensar o quanto é improvável eu me deliciar com aquele doce novamente. Odeio porque eu não consigo simplesmente parar de comer doce de leite e toda vez que comer, saberei que não estarei saboreando do melhor. Odeio porque todo doce de leite que experimento, por melhor que seja, não é o da fazenda do meu avô.


É muito prudente ter referencias na vida. Todo mundo precisa de algo para se balizar, seja na hora de executar um trabalho, de fazer uma escolha, de tomar uma atitude... Um tropeço valoriza demais um passo de dança, o medo engrandece a conquista e a procura sempre enriquece o encontro. As experiências ruins dão valor aos êxitos. Daí vêm as referencias.


As referencias, entretanto, não devem ser aplicadas ao prazer. Quando referenciamos o prazer, o júbilo e a satisfação, estamos nos sentenciando com a frustração.


Então, meu caro doce de leite, minha referência, de tão boa, passou a ser irreferenciável. E,por isso digo, parafraseando uma amiga: “nunca vou te perdoar”.

domingo, 6 de novembro de 2011

Hoje

Temos tantos afazeres, estamos sempre correndo, calculando, nos apressando e nessa confusão toda nos esquecemos que temos o hoje...

Hoje é o dia que temos para viver...

Vivemos nossa vida fazendo cálculos d+, é preciso ser simples... É preciso viver o hoje como se fosse o único.

O ontem já passou, o amanhã nem sabemos se chegará... então oq estamos esperando para viver o hoje???



sábado, 5 de novembro de 2011

O jogo

Eu não entendi o jogo! Eu juro, eu fiquei bobo quando vi as cartas voando e alguém gritando, causando o maior estouro. Você pediu que eu sumisse. Você mandou que eu partisse. Que eu me calasse, não mais voltasse e jamais olhasse pra trás... Adeus, e até nunca mais?


Isto é Macumba. Mas isto também é macumba?


Minhas cartas sempre estiveram todas na mesa. E você sabe que não sou do tipo que guarda cartas na manga. Talvez você não saiba que com minhas cartas eu te faria uma canastra de ás a ás, ou te faria um castelo, ou até mágicas.


Eu faria tudo. Porque você completa meu jogo. Mas o baralho não é meu. E sair do armário é muito difícil.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Quero explodir as grades e voar...

São tantas as grades interiores que vamos construindo com o passar do tempo, tantas muralhas, que chega a um ponto que não se tem mais pra onde ir, as grades nos aprisionam e o não querer ficar é inevitável!

Palavras apenas, palavras pequenas, palavras vãs jogadas ao vento, feridas abertas e o tempo se torna o meu melhor amigo.

É tempo amigo, seja legal, conto contigo, me leve sem destino...



quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Conta de padaria

É, colega, se lhe falta inspiração, em mim ela está sobrando. Não que isto seja de grande valia ou que vá render boas filosofias, mas ao menos já consegue originar sorrisos espontâneos e sinceros.


Estranho é sentir-me assim quando basta dar uma arrudiada no olhar para perceber papéis que não acabam mais, insatisfações alheias, intolerância geral... São contas a pagar, contas a receber, problemas que ninguém se habilita a resolver. Tudo vai se acumulando... E quando é fé, ainda aparece um ex-funcionário que não entende a rescisão, ou um novo funcionário que não entende a própria função. É mole? É mole mais sobe.


Tudo tem que ser feito, tudo tem que ser esclarecido, tudo tem que ser resolvido. Problema vem, problema vai. Só há uma metodologia e só há uma condição intrínseca para satisfação, que em suma é: deve-se fazer conta de padaria e o saldo deve ser positivo.


Conta de padaria é simples: basta fazer a diferença do que se tem pra receber pelo que se tem a gastar. E o resultado, claro, tem que ser positivo. E aquilo que não se pode quantificar? Não tem problema, basta avaliar qualitativamente. No escritório, mesmo que os problemas não sejam numéricos, é possível avaliar se qual a escala das conseqüências, bem como se serão positivas ou negativas.


É um método simples, objetivo e quase infalível. Quase, pois ele não serve quando se tem no escopo do problema questões sentimentais. E nem toda minha inspiração faz com que eu ache um caminho. Mesmo sem tanta inspiração, você consegue me dizer quais são os pensamentos transcendentais que permitem uma avaliação imparcial, sensata e sincera?


O que quero dizer é que há sim dois pesos e duas medidas. E isso deixa qualquer caboclo zureta. Aí se vão questionamentos existenciais, silêncios ensurdecedores, saudades do que não se viveu. Terrível é que é uma crise minha, mas esta angústia não se restringe só a mim. Perdão por isto.


Uma coisa é certa: vou colocar silicone!